Curso de maquiagem online By Makeme

Hoje venho falar do último lançamento da Makeme Cosmetics que está arrasando e mal começou. Acabe de ser lançado o Curso de Maquiagem online By Makeme, Com mais de 18 blogueiras e todas juntas vão ensinar passo a passo como você deve se maquiar corretamente, como cuidar da pele, quais produtos você deve usar, que tipos de pincéis usar… Enfim!! Muita coisa acontece nesse curso, e para além disso você ainda pode interegir com sua blogueira preferida, pedir dicas, tirar dúvidas, não é demais???

Você pode acessar o link aqui e ir direto para a página do curso, ou então pode clicar no Play abaixo e assistir o vídeo de introdução do curso, aonde cada blogueira do curso se apresenta e fala melhor sobre o módulo que ela vai apresentar.

O Curso de Maquiagem Makeme Cosmetics é apresentado por mais de 18 Blogueiras, Youtubers e Maquiadoras Profissionais que compartilham dicas, tutoriais e muitos truques e segredos para ajudar as milhares de seguidoras que as acompanham diariamente, onde revelam absolutamente que você precisa descobrir para executar com perfeição maquiagem para qualquer evento.

Com dicas e macetes inéditos e nunca antes revelados por elas, você vai aprender a conhecer cada parte do seu rosto e a dominar todas as técnicas essenciais para produzir uma maquiagem perfeita, tudo de forma simples e descomplicada e acima de tudo você irá se divertir muito.

Curso é 100% online, curso de maquiagem completo com super dicas inéditas da internet. São 18 blogueiras compartilhando com você todos as dicas, truques e segredos da maquiagem.

Conteúdo Curso de Maquiagem Makeme Cosmetics

Diferentes Tipos de Pinceis – Thayany Almeida
Maquiagem para Iniciantes – Mariana Lima
Técnicas Preparação de Pele – Jéssica Freitas
Dicas Preparação de Pele – Marina Coelho
Dicas para Disfarçar Olheiras – Bruna Farias
Maquiagem para Pele Negra – Amanda Carneiro
Maquiagem para o Dia a Dia – Taise Walber
Tudo Sobre Cut Crease – Camila Amaral
Tudo Sobre Esfumado – Priscila Simoes
Olho Tudo Boca Tudo – Amanda Domenico
Maquiagem para Morenas – Suelen Makeup
Como Ter Cílios de Boneca – Victoria Ferreira
Tipos de Delineador e Delineado – Ariane Rodrigues
Esfumado Diagonal / Semi Cut Crease – Bruna Lima
Preenchimento de Sobrancelhas – Mandy Guimarães
Dicas de Batons + Lápis Labial – Jéssica Make
Cuidados Pré e Pós Maquiagem – Aline Niini
Maquiagem Artística – Karen

FORMATO DO CURSO DE MAQUIAGEM MAKEME COSMETICS

O curso maquiagem é 100% online, você pode assistir e ver quantas vezes quiser. Portal de membros super organizado, após a confirmação do pagamento você recebe todos os dados necessários para o acesso e já pode usufruir dos vídeos imediatamente. Pagamento via boleto demora cerca de 24 a 48 horas para a confirmação, enquanto, pagamento via cartão de crédito o acesso é imediato. O melhor de tudo que você pode parcelar em até 12 vezes o curso maquiagem makeme cosmetics.

CERTIFICADO DIGITAL DE CONCLUSÃO INCLUSO

Ao final do Curso De Maquiagem Makeme Cosmetics você receberá um certificado digital de conclusão. Vale ressaltar que o curso não é profissionalizante. Mas sim, você estará apta para desenvolver seus projetos de maquiagem.

PARA QUEM O CURSO DE MAQUIAGEM MAKEME COSMETICS É INDICADO?

O curso é indicado para iniciantes ou pessoas que querem aprofundar mais os seus conhecimentos com o mundo da maquiagem. Sem restrição de idade, qualquer pessoa pode fazer o curso de maquiagem makeme.

Clique AQUI Para Saber Mais Sobre o Curso de Maquiagem Makeme Cosmetic

VALOR DO CURSO DE MAQUIAGEM MAKEME COSMETICS

O curso custa R$ 299,00, o que é um valor bem baixo comparado ao grande número de informações presentes nele e ainda pode ser parcelado em até 12 vezes. Este valor pode ser pago no boleto ou cartão de crédito. Se o pagamento for pelo cartão de crédito, o acesso ao curso é imediato. Já no boleto pode levar entre 24 ou 48 horas para você receber os dados de acesso ao portal de membros do curso de maquiagem.

GARANTIA DO CURSO DE MAQUIAGEM MAKEME COSMETICS

O curso de maquiagem tem garantia de 30 dias para você fazer reembolso caso não goste do curso. O pagamento é feito pelo Hotmart uma das maiores operadoras financeiras do Brasil.

O Hotmart é uma empresa séria e super respeitada. Não existe nenhum perigo no momento da sua transação.

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Tanto vale a pena como é obrigatório para você que adora maquiagem! O curso tem uma didática muito divertida e fantástica, preço totalmente acessível que pode ser parcelado em até 12 vezes e com portal de membros maravilhoso e organizado. Conteúdo do curso totalmente exclusivo perfeito para iniciantes e para quem quer se aprofundar mais no mundo da maquiagem.

dicas básicas de moda masculina para você sair por aí com muito estilo

A moda masculina tem conquistado cada vez mais homens ao longo dos anos, mas ainda há certo preconceito com o tema. O bom é que muitos estão deixando essas bobeiras de lado e buscando novidades e dicas para se vestir melhor. Aposto que você é um deles!

Por isso, em minha primeira matéria de moda masculina no Deles, reuni dicas básicas que facilitam o dia-a-dia de qualquer homem. Então, se quer saber como sair por aí com um visual super bacana, confira estas dicas!

O universo masculino é cheio de preconceitos, mas isso caiu muito nos últimos anos e a moda teve muitos avanços. Agora, muitos homens buscam novidades para se vestir e criar seu visual. Por isso, criamos a lista com 10 dicas de moda masculina que todo homem deveria saber.

São 10 dicas bem básicas que nunca saem de moda e que você precisa estar ciente. Apesar disso, nunca te falaram todas essas coisas de forma tão direta. Então, anota aí!

Moda é moda. Orientação sexual, é orientação sexual
Há tempos caiu por terra a ideia de que somente os homossexuais se cuidam ou que se vestem bem. Então se você pensa assim, está na hora de rever os seus conceitos.
Se cuidar e sentir-se bonito não define a orientação sexual e está super em alta. Os salões e clínicas estéticas recebem cada vez mais homens e há quem já esteja lado a lado com as mulheres no quesito “guarda roupa lotado”. A moda existe para que você se expresse através do que você veste, então use-a! Ah, e eu garanto que mulherada adora um cara estiloso.

O básico sempre está na moda

Na tentativa de inovar e trazer sempre pulseiras de couro interessantes para o visual, muitos homens tentam fazer combinações que não combinam muito bem e acabam formando um visual poluído. Por isso, essa é uma das dicas de moda masculina mais importantes. Quando não souber muito o que fazer, foque no básico que não tem chances de errar e sempre estará na moda.

Moda masculina é feita no detalhe
A moda feminina é cheia de tendências, inspirações e grandes inovações. Enquanto isso, a moda masculina vem aos poucos, caminhando nos detalhes. As grandes dicas de moda masculina quase sempre estão nos detalhes, como uma manga dobrada, uma gola diferente, um detalhe no sapato etc.

Moda básica com mais cor
Que o básico nunca sai da moda, ok! Mas nem por isso você precisa vestir apenas azul ou preto. Dê uma chance para outras cores. Muitos homens se surpreendem ao experimentar uma camisa com nuances puxadas para o rosa, vermelho ou até mesmo lilás. Seja no universo corporativo ou no casual, essas cores são muito bem vistas.
Em sua próxima compra, não deixe de experimentar uma camisa diferente . Se ainda não estiver convencido a ponto de comprar, tire uma selfie no espelho e se observe ao longo dos dias. Certamente isso ajudará você a se ver em outros tons e achará qual te valoriza. E lembrem-se, mulheres gostam e admiram homens com atitudes!

Se cuidar não define orientação sexual
Recebemos centenas de comentários preconceituosos sobre moda e cuidados pessoais. Existe uma ideia de que gostar de se vestir bem, cuidar da aparência e sentir-se bonito definem a orientação sexual. Isso não tem nada a ver. Moda é moda. Sexo é sexo. Todo homem precisa aprender isso de uma vez por todas.

As meias coloridas são muito elegantes

Chega de meias brancas e pretas, né? Como disse antes, as principais dicas de moda masculina estão nos detalhes. As meias coloridas são alguns destes detalhes. Você pode combinar a cor da meia com outros detalhes de seu visual e criar uma combinação incrível que será uma grande diferença em seu visual.

Escolha o tamanho certo
Nem muito grande, nem muito apertado. Essa é uma daquelas dicas de moda masculina que não precisariam ser ensinadas, assim como a 3, mas é preciso estar aqui. Roupas muito largas ou muito justas não são legais em nenhum homem, seja gordo, magro ou sarado. Busque o tamanho certo pra que o visual fique muito melhor.

Acessórios também são para homens
Entre todos os preconceitos da moda masculina, um dos mais fortes é de que os acessórios não são coisas de homens, apenas de mulheres. Nada disso! Eles são extremamente importantes para compor seu visual. Não à toa, as pulseiras de couro, colares, cintos e chapéus estão cada vez mais em alta. Uma das dicas de moda masculina que todo homem deve saber é Invista nos acessórios para ganhar mais estilo.

Detalhes
Nota-se que um homem está antenado na moda através de pequenos detalhes, como uma dobra na manga, uma camisa com gola diferente, uma gravata descolada, um jeans destroyed ou de uma lavagem mais moderna e até mesmo um detalhe no sapato . Por isso, capriche nos detalhes, eles farão toda a diferença no seu visual.

Meias
Quem nunca se deparou com algum homem com terno preto e meias brancas? Michael Jackson que o diga. O que talvez você não saiba é que as meias podem ser coloridas e quando combinadas com outro detalhe do look, criam um visual incrível.

Tênis de corrida é para correr

Tá! Essa aqui não é apenas uma das dicas de moda masculina. Essa é uma dica pra todos. Os tênis de corrida são apenas para corrida. Eles não ficam legais na maior parte dos visuais. Tenha um tênis melhor, uma bota masculina e outros calçados que fujam do já batido tênis de corrida.

Sapatos funcionam bem com roupas casuais
Maior parte dos homens acreditam que os sapatos são feitos para usar apenas com roupas sociais, no máximo em um esporte fino, mas você pode combinar diferentes tipos de sapatos com roupas casuais para criar um estilo muito mais interessante e ainda foge dos tênis de corrida que já falamos no item anterior.

Chapéu poder ser mais interessante que boné
Quase todos os homens jovens adoram um boné e não tiram da sua cabeça. É verdade que cria um estilo bem jovem e descontraído para a maioria, mas um chapéu pode ser muito mais legal. Se todos estão usando um boné, usar um chapéu é uma daquelas dicas de moda masculina que podem deixar o seu visual muito mais interessante e diferente da maioria.

Cores e estampas sempre caem bem
A primeira das 10 dicas de moda masculina que demos aqui é “o básico sempre está na moda”. Isso não significa que você não pode investir em outras ideias. As cores e estampas sempre são interessantes na moda masculina. Você pode usá-las muito bem e com resultados bem legais no visual. Basta usar um pouco de bom senso…

Tamanho certo
Outra coisa que facilmente vemos por aí, são homens vestindo roupas largas ou grandes demais. A dica é: nem muito grande, nem muito apertado! Busque o tamanho certo para que o seu visual fique melhor. Isso certamente te valorizará, mesmo se estiver com quilinhos a mais ou a menos.

Tênis
De modo geral, os homens dão muito mais valor ao conforto do que mulheres. Isso não significa que você sempre precisa sair com o tênis de corrida ou da academia, né?

Panetones lucrativos

O panetones lucrativos é um alimento tradicional da época de Natal, de origem milanesa, do norte da Itália. Várias lendas tentam explicar a sua origem. O pão doce de natal possui fragrância discreta de baunilha e recheio de frutas secas, tais como damasco, laranja, limão, figo, maçã, cidra e a uva passa.

Apesar de geralmente ser associado à cultura milanesa, tendo a forma alta e mais fina, há também o panetone piemontês, diferente apenas por ser mais largo e redondo.

De tão tradicional no Brasil, o panetone parece ter sido inventado aqui mesmo. Mas não foi. O pão amplamente consumido no Natal foi criado em Milão, na Itália, graças ao “erro” de um padeiro. A lenda em torno de sua criação.

Tradicional iguaria consumida na época do Natal, o panetone é um pão doce, recheado de frutas secas (uvas passas e frutas cristalizadas). Tem fragrância de baunilha. Sua consistência macia é resultado de um processo de fermentação natural.

A origem do panetone é um mistério. Existem várias lendas sobre sua origem, com uma descrição em comum: o Panetone tem origem em Milão, na Itália.

Segundo uma das lendas, o panetone foi criado por um padeiro chamado Toni, que trabalhava na padaria Della Grazia, em Milão, na época de Ludovico, o Mouro (1452 – 1508). O jovem padeiro, apaixonado pela filha do patrão, teria inventado o pão doce para impressionar o pai de sua amada. Os fregueses passaram a pedir o “Pani de Toni”, que evoluiu para o “panattón” (vocábulo milanês), e depois para “panettone” (italiano).

Segundo outra lenda, o panetone foi inventado na corte de Ludovico, o Mouro, na véspera do Natal, entre os anos de 1494-1500. Conta a lenda que o Natal era uma grande festa celebrada com grandes banquetes. Em um dos Natais, a sobremesa que havia sido preparada queimou ao ser assada. Um dos empregados da cozinha, chamado Antonio, havia preparado uma massa com sobras de ingredientes, que pretendia levar para sua casa. Sem outra opção, ofereceu sua massa para servir como sobremesa para a corte. De acordo com a lenda, a sobremesa foi tão apreciada que Ludovico perguntou qual o nome da iguaria. O jovem Antonio, chamado para responder a pergunta de Ludovico, disse que a sobremesa não tinha nome. Ludovico resolveu chamá-la de “Pani de Toni”, dando origem ao nome.

Outra lenda diz que o panetone foi inventado no século III d. C. Á princípio, segundo essa versão, teria a forma de um pão grande.

Atualmente, o panetone é comercializado em unidades, geralmente de 500 gramas. Nas últimas écadas, surgiram inúmeras variedades de recheios de panetone (Chocotone, Colomba Pascoal, Sorvetone, etc.).

São Paulo – De tão tradicional no Brasil, o panetone parece ter sido inventado aqui mesmo. Mas não foi. O pão amplamente consumido no Natal foi criado em Milão, na Itália, graças ao “erro” de um padeiro.

A lenda em torno de sua criação remonta ao ano de 900 e diz que o humilde assistente de padeiro Toni, após ter trabalhado horas a fio na véspera de Natal, precisava ainda assar mais uma fornada de pães e preparar uma torta para seu chefe.

De tão exausto que estava, confundiu-se e colocou as uvas passas da torta na massa de pão.

Desesperado, tentou salvar a situação jogando frutas cristalizadas, manteiga, ovos e os demais ingredientes do recheio que seriam usados originalmente na torta. Toni assou a mistura e entregou para o patrão.

O que o assistente não esperava era que sua criação fizesse sucesso durante a ceia de Natal de seu chefe, que, além de elogiá-lo, decidiu homenageá-lo e dar o nome à massa de “pane di Toni” (“Pão do Toni”, na tradução do italiano). Com o passar do tempo, o bolo começou a ser chamado de panetone.

Como toda boa lenda, a origem do panetone possui várias versões, mas todas elas têm Toni como denominador comum. A chegada dos imigrantes italianos no Brasil após a II Guerra Mundial trouxe o panetone para o país. A Bauducco diz que o fundador na empresa, o italiano Carlo Bauducco, começou a vender o produto aqui a partir de 1948.

A confecção do panetone clássico na Itália é tão levada a sério que em 2005 passaram a ser especificados por lei os ingredientes e os percentuais mínimos que devem ser utilizados para que o bolo possa ser classificado como panetone. Em entrevista à ANSA, a Bauli, umas das mais tradicionais empresas no ramo de panetones na Itália, explicou que o decreto determina que sejam utilizados “farinha, sal, açúcar, ovos, nata e frutas cristalizadas, cuja quantidade não pode ser inferior a 20%”. Sem frutas – Na Itália, além do panetone, o pandoro também disputa a preferência no paladar italiano durante o Natal. Essa variação, criada em Verona, é similar ao panetone, mas não leva frutas.

No entanto, apesar de serem ambos tradicionais, o panetone acaba sendo o mais procurado. “O panetone é certamente o mais popular”, afirma o confeiteiro Carlo Pozza, da padaria Da Venicio, em Vicenza, na Itália. As “invencionices” brasileiras, como panetones de doce de leite, que fogem do tradicional, também podem ser encontrados na Itália. “Nos últimos tempos, os confeiteiros começaram a oferecer panetones com ingredientes diferentes, como pistache, fruta fresca, limoncello (espécie de licor de limão), chocolate, cerveja ou vinho doce”, disse à ANSA o especialista Davide Polini.

“Esses panetones servem para estimular as vendas, levando a clientela a provar gostos diferentes”, afirmou o mestre confeiteiro Murizio Busi, da Pasticceria Paola, em Ferrara, na Itália. “Mas, em minha opinião, os tradicionais são sempre melhores”, afirmou o mestre, que também faz parte da Accademia Maestri Pasticceri Italiani, associação que reúne importantes expoentes da confeitaria do país. Nos últimos anos, também foram introduzidos no mercado italiano os panetones salgados.

É possível encontrar versões com alcaçuz e açafrão, tartufo, gorgonzola e até mesmo o “panetone pizza”. Lançado em Nápoles, leva ricota doce, flocos de frutas e de chocolate cristalizados colocados sobre a massa tradicional de pizza. O bolo milanês inspirou até mesmo o “Cocktail Panettone”, bebida para os brindes de fim de ano. Industrial x Artesanal – No Brasil, já se pode encontrar há algum tempo panetones artesanais. Algumas padarias, por exemplo, tiram de seus próprios fornos sua produção dos bolos natalinos.

Na Itália, apesar de serem um pouco mais difundidos e apreciados, são os industriais que ganham na preferência dos consumidores. “Em 2008, foram vendidos na Itália 100 milhões de panetones, mas somente 20% eram artesanais”, explica o confeiteiro Iginio Massari, da Pasticceria Veneto, em Bréscia, no norte da Itália.

Por outro lado, o confeiteiro Maurizio Busi acredita que a matéria-prima dos panetones artesanais é melhor. “O frescor, a riqueza dos ingredientes, a personalização e a busca pelos melhores ingredientes, além das habilidades do confeiteiro, fazem toda a diferença”, acredita. O panetone é tão amado na Itália que foi criado o projeto “Panettone tuttol’anno” (“Panetone o ano todo”). Idealizado pelo “gastronauta” Davide Polini, propõe que o panetone seja vendido constantemente.

“Por que só no Natal? O panetone pode ser consumido em todas as estações. Acho um absurdo que se deva comê-lo somente nesta época do ano”, disse. Polini já comeu panetone inclusive no verão, “na praia, embaixo de um guarda-sol, acompanhado de sorvete”. E aqui, será que a moda pega?

1 kg de farinha de trigo peneirada
3 ovos (grandes)
1 copo (americano) de açúcar
1 pitada de sal
2 colheres (sopa) de manteiga ou margarina
250 ml de leite morno
50 g de fermento biológico
300 g de frutas cristalizadas (ou cubos de chocolate)
250 g de uva passa (de preferência sem sementes)
20 ml de essência de panetone (opcional)
raspas de 1 limão

Veja também: panetones lucrativos

O longo caminho de Três Grandes
Pães medievais até o Panetone
“Panetone” vem de Pão de Toni?? De acordo com esta entrada terminológica, Toni, um humilde ajudante de cozinha de Ludovico o Mouro, seria o inventor de um dos doces mais característicos da tradição italiana. Eis a história: na véspera de Natal, o cozinheiro-chefe de Sforza queimou o doce preparado para o banquete ducal. Toni, então, decide sacrificar o pão de levedura-mãe que tinha reservado para o seu Natal. Ele o prepara bastante com farinha, ovos, açúcar, uvas passas e frutas cristalizadas, até obter uma massa macia e muito levedada. O resultado é um sucesso estrondoso, que Ludovico o Mouro chama de Pão de Toni, em homenagem ao criador.

A primazia de Toni não é assim tão pacífica O empreendedor ajudante de cozinha disputa com outros criadores da confeitaria, entre os quais se destacam Ughetto degli Atellani e a Irmã Ughetta. No entanto, o lugar da disputa não é na história e sim no imaginário colectivo: a história de Toni e as outras são lendas criadas entre o fim do século XIX e início do XX para ilustrar ainda mais o que já era orgulho da gastronomia de Milão. Ughetto e Ughetta, entre outras coisas, são nomes ligados à palavra milanesa para uva passa: ughett.

A verdadeira origem do panetone deve ser procurada no costume difundido na época medieval de celebrar o Natal com um pão mais saboroso que o de todos os dias. Um manuscrito tardio do século XV de Giorgio Valagussa, preceptor da casa Sforza, atesta o costume ducal de celebrar o chamado rito do tronco. Na noite de 24 de dezembro colocava-se um grosso tronco de madeira no caminho e, enquanto isso, eram levados à mesa três grandes pães de trigo, matéria prima de grande valor na época. O chefe de família servia uma fatia para todos os comensais, reservando uma para o ano seguinte, como símbolo de continuidade.

Outra realidade histórica sugere a origem do panetone de um grande pão de trigo do Natal: até 1395 todos os fornos de Milão (exceto o pertencente aos Rosti, fornecedor das pessoas com maior poder aquisitivo) tinham permissão de cozinhar pão de trigo apenas no Natal, Como homenagem aos seus clientes habituais. O costume de comer pão de trigo no Natal, no entanto, é muito antiga. Não é de admirar-se, porque muitas outras cidades italianas e europeias compartilham o costume de pão enriquecido na época de festas. No entanto, apenas em Milão se tornou panetone.

Desta longa evolução, algumas fases estão documentadas. Em 1606, de acordo com o primeiro dicionário milanês-italiano (Varon milanes), o Panaton de Danedaa era um Pão Grande, que é feito geralmente no dia de Natal, como Metáfora um inepto [sic], preguiçoso, recente. Francesco Cherubini nos dá uma descrição mais rica no seu célebre Vocabulário milanês-italiano em cinco volumes (publicado entre 1839 e 1856; o terceiro volume M-Q é de 1841). O Panattón ou Panatton de Natal como uma Spe[cie] de pão de trigo decorado com manteiga, ovos, açúcar e uvas passas (ughett) ou sultana, com a adição de amêndoas na massa quando cozida e que resulta com muitas pontas. Grande e de uma ou mais libras, costumamos fazê-lo apenas no Natal, de massa igual ou similar mas em panellini. É feito todos os anos nas festas e é chamado Panattonin – Na zona rural, por outro lado, o Panatton costuma ser de farinha de grão turco e enriquecido com pedaços de maçãs e sementes de uva.

A primeira fonte a falar de levedado, no entanto, é de 1853: o Novo cozinheiro milanês económico, livro de receitas de Giovanni Felice Luraschi. As frutas cristalizadas (de cidra) aparecem no Tratato de cozinha, confeitaria moderna (1854) de Giovanni Vialardi, cozinheiro dos governantes sabaudi. A presença do panetone em um livro piemontês do século XIX prova a antiguidade da difusão deste doce na região escolhida pela Flamigni como sede das suas instalações de produção.

Como Escrever um Livro

Como Escrever um Livro

Qualquer um que tenha uma história pra contar pode escrever um livro – seja para o próprio divertimento ou para que várias pessoas o leiam (e com sorte, o comprem). Se você se vê criando narrativas em sua cabeça enquanto lê seus romances favoritos, ou quando está dando uma volta pelo parque, experimente escrever essas histórias. Ainda que pareça ser desafiador, você consegue fazê-lo. Nós iremos lhe dar algumas dicas para você começar.

Compre um caderno. Ou vários. Enquanto você pode querer digitar seu livro diretamente no computador, pode não ser possível ter um por perto quando a inspiração aparecer. Assim, é bom ter por perto aquela velha caneta e papel onde quer que você esteja.
Um caderno de capa de couro é mais robusto, enquanto que um caderno simples em espiral mesmo que não seja robusto, é fácil de manter aberto.

Ponha sua cabeça pra pensar. Agora que você tem um caderno, é hora de enfrentar o bicho-papão de todos os escritores: a primeira página. Use as primeiras páginas para criar uma visão global de sua história incluindo um esboço, notas sobre as personagens, (possíveis nomes, descrições, histórias passadas, etc.), lugares, época – todas as pequenas coisas que entram em uma grande história. Existem muitas vantagens nesse tipo de visualização, observe.

Você sempre terá algum material para usar como referencia quando ficar sem ideias. E é bom criar seu manul de dicionario, como algumas palavrinhas bonitas e difíceis que já procurou o significado no dicionario para enriquecer seus textos, se assim desejar.

Crie a visão geral de sua história; incluindo um esboço, notas sobre personagens (possíveis nomes, descrições, “histórias de volta”, etc.), os lugares, a era em que a história ocorrerá. Existem várias vantagens para esta abordagem mais panorâmica.

Isso irá lhe dar novas ideias para sua história enquanto você descreve diferentes partes dela.
Nada vai para o lixo. Você pode descrever um personagem, por exemplo, que nunca aparece na história diretamente, mas que influencia diretamente outro personagem.

Faça uma tabela e escreva todos os personagens que possuem um significado especial na história. Use seu caderno para escrever muito sobre eles. Crie uma história passada para alguns deles. Isso ajudará você a visualizar e até mesmo aprender sobre o seu próprio personagem mais.
Desse modo, você sempre terá algo para citar quando você ficar sem ideias imediatas.

Crie o seu esboço. Um esboço irá ajudar você a definir o arco de sua narrativa – o início, o desenvolvimento da trama e dos personagens, a criação dos eventos principais que levarão ao clímax, e então o desfecho.

O início da história é geralmente a parte mais difícil – se você quiser que seja assim. A melhor coisa a se fazer é começar o mais amplamente possível. Digamos, por exemplo, que você quer escrever um romance de mistério, e que você é um fã da segunda guerra mundial. Escreva isso: Mistério, Segunda Guerra Mundial. A beleza dessa técnica é que ambas as categorias são amplas, mas simplesmente ao colocá-las lado a lado, você instantaneamente restringe o campo de possibilidades. Você agora tem, no mínimo, uma época, e um ponto central. Alguma coisa misteriosa aconteceu durante a Segunda Guerra. Tente se concentrar um pouco mais.

Você pretende criar uma história íntima, ou de contexto geral? A segunda guerra certamente foi ambos. Por exemplo, digamos que seja a história de um soldado.

Em que época ela se passa? Na época da segunda guerra, lógico, já que é a história de um soldado desse período – ou não? Esse é um dos momentos decisivos que irá decidir o seu trabalho. Digamos que sua história se passe na época atual. Imagine o cenário: Seu personagem principal encontra um diário – o diário do avô da segunda guerra mundial. Isso é uma grande revelação, já que seu avô nunca voltou da guerra, mas ninguém sabe o que aconteceu, já que o corpo nunca foi encontrado. Talvez, nesse diário, o seu personagem irá descobrir a resposta.

Você agora tem muitas perguntas importantes respondidas. Você agora tem muitas perguntas importantes respondidas. ‘’Quem’’? O seu personagem. ‘’Quando?’’ No passado e no tempo atual. ‘’O que?’’ Um diário, um mistério, e uma pessoa desaparecida.Você ainda não sabe o “porque”, ainda. Essa é uma das coisas que você vai descobrir. Como? Novamente, isso será revelado fazendo perguntas a si mesmo. Confira técnicas especiais de sobre assunto clicando aqui.

Desenvolva seus personagens. Comece com o óbvio. Nesse caso, você já criou dois personagens – um jovem rapaz e seu avô. Você pode determinar características dos dois simplesmente pelo cenário, e expandi-los mais tarde. Seu avô com certeza foi casado, então existe uma avó. Existe uma geração entre o avô e o jovem rapaz, então um dos pais dele é filho ou filha do avô. Viu como é fácil?

Continue assim desse jeito, estendendo um personagem a outros conforme eles vão interagindo entre si. Em pouco tempo, é possível que você já tenha muitos personagens e interações. Isso é bom, especialmente se tratando de um romance de mistério.

No processo de desenvolver personagens, você irá acabar fazendo a si mesmo a mesma pergunta que seus leitores em breve irão fazer: “O que irá acontecer depois?” Use essas perguntas para desenvolver a história. Por exemplo, o jovem rapaz quer descobrir o que aconteceu com o avô dele. Uma vez que tudo o que ele tem é um diário, ele o lê, e descobre a história que fez o avô e a avó se mudarem de uma pequena cidade para as praias da Normandia, atrás das linhas inimigas – tudo isso escrito em seu diário. Ele nunca conseguiu voltar pra casa. Sabendo esses fatos, você começa a enxergar perguntas e um padrão é mostrado:

Os eventos ocorrem “hoje” e também na segunda guerra. Como escrito no diário, a data é 1944.
Para acrescentar alguma ação à história, o jovem rapaz deve fazer alguma coisa. Já que o avô nunca chegou a voltar pra casa, mande o rapaz ir à Alemanha para encontrá-lo – vivo ou morto.
E a avó, onde ela se encontra no meio disso tudo?

Continue através desse processo para criar o arco, e nesse ponto você até pode arriscar um esboço do final: o rapaz descobre porque o avô nunca chegou a voltar, mas descobre como o diário retornou. Então tudo o que você precisa fazer é escrever os acontecimentos intermediários.

Faça uma linha do tempo para seu esboço. Agora que você já criou um enredo básico, faça o rascunho de uma linha do tempo para sua história, com cada evento importante dos seus personagens demarcados na linha do tempo. Existirão vezes em que dois ou mais personagens se cruzarão, e onde alguns desaparecem completamente. Apenas desenhe a linha onde esses eventos ocorrem. Isso também irá ajudar você caso em algum momento sua criatividade fique em falta.

Não hesite em fazer edições. Se você achar que sua trama não vai a lugar algum, e nada que você faça irá ajudar – volte ao ultimo ponto onde tudo fazia sentido, e tente algo diferente. Não é obrigado que sua história faça tudo o que está descrito na linha do tempo. Algumas vezes, a história em si tem outras ideias para onde ela irá rumar. Onde quer que você esteja no processo, sua criatividade pode levar você a vários lugares. Siga-a – isso faz parte do prazer de escrever.

Fonte: WikiHow

Escreva seu primero livro

Cada autor eu sei que obtém a mesma pergunta: Como se escreve um livro?

É uma pergunta simples, mas faz com que problemas inesperados. Por um lado, é bom ter pessoas interessadas em algo que eu faço. Se eu disse que eu fixa torradeiras para viver, eu duvido que eu ia ter muitas dúvidas. As pessoas são curiosas sobre como escrever e o que é legal e lisonjeiro. Rock.

Mas, por outro lado, a mão que envolvem as pessoas que perguntam, porque eles têm uma idéia para fazê-lo eles mesmos, é que escrever livros é um tema tão antigo e textmachine pessoas famosas que quem pergunta na esperança de descobrir o segredo de aconselhamento é difícil levar a sério.

Aqui está o curta verdade: 20% das pessoas que me perguntam está esperando para ouvir isso – Qualquer pessoa pode escrever um livro. Eles querem a permissão. A verdade é que você não precisa de nenhum. Não há nenhuma licença necessária. Nenhum exame. A escrita, ao contrário de publicação, quase não requer financeiros ou recursos físicos. Uma caneta, o papel e o esforço são tudo o que foi necessário para centenas de anos. Se Voltaire e Marquês de Sade, que poderia escrever na prisão, então você pode fazê-lo em suburbia, no almoço, no trabalho, ou depois de suas crianças vão dormir. Você sempre vai encontrar desculpas se você quer e você, provavelmente, não.

Se você quiser escrever, matar a magia: um livro é apenas um monte de escrever. Qualquer pessoa pode escrever um livro. Ele pode chupar ou ser incompreensível, mas de modo que: é ainda um livro. Nada é você parar agora mesmo de a coleta de todo o seu livro de ensino fundamental relatórios, ou bêbados guardanapo rabiscos, juntando-os no Kinkos, por us $20, batendo um título na capa, e da qualificação do autor. Deseja escrever um bom livro? Ok, mas não sair da linha, desde a mais pro autores ainda estão tentando descobrir isso também.

Escrever um bom livro, em comparação com um ruim, envolve uma coisa. Trabalho. Ninguém quer ouvir isso, mas se você pegar dois livros de desconto em qualquer prateleira, eu aposto minhas calças o autor do melhor livro trabalhado mais do que o autor do outro. Chamá-lo de esforço, estudo, prática, qualquer que seja. Com certeza existem alguns truques aqui e ali, mas realmente escrever é uma espécie de obra.

Ficando publicado. 30% do tempo a coisa real, as pessoas estão se perguntando como fazer você encontrar uma editora. Como, se não havia um livro de telefone ou, digamos, uma coisinha, onde você pode olhar essa coisa. Escritores-mercado é, literalmente, implorando para ajudar escritores encontrar editores. Muitas editoras, sendo positivo em toda a ideia de comunicação, colocar informações sobre como enviar material no seu site. E agentes. A grande comédia do presente é a forma como alguns escritores siga as instruções. Isso é o que mija fora todos os editores: alguns autores fazem sua lição de casa.

O ponto de discórdia para a maioria dos quero-ser publicada autores é, novamente, o trabalho. Eles querem ouvir algum segredo que ignora as partes duras. Os editores são justamente exigente e eles se acamparam-se um zilhão de livros por dia. É preciso esforço para aprender as cordas, enviar inteligente consultas, e fazer a pesquisa necessária para o craft, a ideia para um livro e, em seguida, propor-lo de forma eficaz. Assim, enquanto a escrita é uma rejeição propensas a ocupação, mesmo para o rock-stars, encontrar um editor não é um textmachine. Na verdade, todo o jogo é auto-seletiva: as pessoas que não estão dispostos a fazer o trabalho de ficar publicados são susceptíveis de ser capaz de realizar o trabalho necessário para concluir uma decente manuscrito.

Mas que disse: – é mais fácil hoje de auto-publicar do que nunca. Realmente. Mas, novamente, o nosso tragicamente impopular companheiro de trabalho, é necessário por isso muitos preferem ficar perguntando escritores como eles tem publicado em vez de apenas fazer o que ele mesmo. Eu auto publicado meu último livro, e você pode ler o que eu aprendi aqui.

Ser famoso e rico: Agora este é o kicker. Cerca de 50% do tempo a coisa real, as pessoas querem saber é como se tornar um famoso milionário astro do rock autor pessoa. Como se a) I qualificado, b) eu poderia explicar como isso aconteceu, ou c) estou disposto a contar.

Primeiro, isso pressupõe que escrever é uma boa maneira de ficar rico. Eu não tenho certeza de como esta mentira começou, mas a escrita, como a maioria das atividades criativas, tem sido sempre um a menos do que o lucrativo estilo de vida. Mesmo se o livro vende bem, o $$$ a hora relação será bem abaixo de sua média de trabalho corporativo, sem os benefícios de saúde, doentes dias, nem meses, onde você pode costa sem que seu chefe perceba. Hoje em dia as pessoas escrevem livros depois que eles são famosos, não antes. E se apenas os livros de leitura são best-sellers, bem, você tem uma visão míope do mundo editorial. Mais de 100 mil livros são publicados, NOS eua, anualmente, e alguns vendem mais do que alguns milhares de cópias. O que faz com livros para vender, pode ter pouco a ver com o quão bom o livro é, como todos nós temos sido mistificado pela abismal best-sellers e surpreso por incrível de livros de poucos parecem conhecer. De qualquer forma, para justificar o esforço você vai precisar de razões outras do que dinheiro.

Desanimado ainda? Boa. Aqui é a cabeça: eu amo escrever livros. Eu amo ler livros. Eu amo toda a noção de que as pessoas podem fazer as coisas em sua mente e, em seguida, torná-los reais em uma página, ou para o prazer ou o utilitário de alguém. Isso é incrível. Se você gosta de escrever, se você desfrutar o bittersweetness de continuar em busca de palavras em frases, em seguida, você pode amar a escrever os livros, apesar de, ou até mesmo porque, tudo que eu disse acima. Se, então, começar a trabalhar – e agora 🙂